Hm, pronto, não é bem uma review, é só para quem quiser fotos delas.
Como alguns podem ter reparado, estive uns dias sem postar literatura e não andei a falar um novo planeta amador que chegou aí à blogoesfera. Isso fica para o próximo ano.
Estive ausente porque estive a “montar”, ver, curtir, jogar jogos que não podia, e coisas que tais no meu novo Satellite A200-1SX com Windows Vista.
Aqui ficam umas fotos e os chamados “passos de instalação”.
(mais…)
Ainda me lembro do mesmo post escrito em 2006. Dizia então que ia comprar um computador (deve-me ser entrege amanhã ou segunda feira, máximo na quarta – depois posto fotos), disse que ia tentar a sorte numa vida como deve ser (mudei de emprego, cultivei-me mais, andei a criar mais sites para adultos e aganhar mais dinheiro.
Nesse post também se pode ver que fiz referência ao meu aniversário a 18 de Agosto de 2006, onde as pessoas do emprego de então me fizeram uma “surpresa”. Hoje, essas mesmas pessoas foram-se, desiludiram-me umas, revelaram-se outras e por isso considero a porta para voltar a trabalhar na Tiflotecnia fechada para sempre.
Também fiz referência no post a uma namorada. Essa ainda falta. Alias, já veio e já se foi embora. Senhor, dai-me sabedoria para entender algumas pessoas, porque se me dais força parto-lhes a cara…
O que quero para 2008?
Acima de tudo vou fazer uns pedidos minimamente realistas.
Quero ser supervisor ou pr trabalhar para o backoffice da empresa onde estou. Porquê? Porque acho que mereço. Thats it.
Quero establecer-me por conta própria por forma a que a minha conta bancária começe a abundar, mas manter-me também por conta de outrem. E quero começar a colocar dinheiro na minha Poupança reforça BPI Acções.
Quero ainda alugar uma casa. Não gosto de comprar casa, porque se a compro tenho de aturar os vizinhos, se a alugo acabam-se os meses de causão e posso mudar-me sem grandes preocupações.
Penso que seja tudo. Mas se alguma coisa falhar, eu improviso como sempre fiz.
Rui
Planetas são cidades grandes onde as pessoas, cada uma com sua casa ás costas, transportam toda a porcaria do seu contentor do lixo para os vizinhos ou para os 0.1% das pessoas que não têm blog e vão ler um planeta.
Exemplos de porcarias:
- [del.iso.us] Links for XX.XX.XXXX – como se eu quisesse saber todos os dias os links que uma outra pessoa apanha por aí.
- Vento: este título é seguido por uma imagem sem qualquer comentário. É óbvio que uma pessoa vê o vento, nem é preciso se descrever. O vento é cinzento, faz-se com lápis de carvão, e é semelhante a este desejo, mas com vento.
- Venho aqui agradecer…: este título é seguido por “à Maria”, com o link para a maria, e depois uma tag “more”, para a pessoa não ler o feed, clicar no site, levar com 3 blocos de AdSense mais 2 blocos de links e um de pesquisa.
Pois é. Isto para dizer que deixei de ler um agregador português ha alguns dias. Agora passei a não ler nada. E eu não o lia por feed, lia-o no site. Ler as coisas no site dá sempre outro ar, um “carinho” pelas coisas, mas depois de ver páginas e páginas de pura coisinha castanha, enjoa. Até ler o feed de notícias do Público é mais interessante ao menos ainda me rio com as gralhas dos jornalistas.
Hoje em dia a escrita em Portugal está cada vez pior. Eu considero que um post meu de 2006 e outro de 2007 (basta ver aqui) são diferentes na escrita. Mas continuo a dar erros, e continuo a não corrigir este e outros posts: está feito, publica-se. Isto é a verdade. Se os fosse corrigir, estaria a deturpar como eu sou na realidade.
A realidade dos bloggers em Portugal é outra. Escreve-se mal, escreve-se por se escrever, escreve-se por aparecer em feeds. Eu escrevo quando tenho algo a dizer.
Por exemplo, já por várias vezes me andaram a dizer que eu fui expulso do Print Screen. Espero com a imagem abaixo ter dismistificado a coisa:

E pronto. Já disse. E agora vou-me embora. Sirvam-se vocês das críticas que fiz caso não lhes sejam indiferentes.
Rui
Ainda fiquei a comer coisas do natal. Alias, estou a comer coisas que comprei porque nesta altura do ano estavam a fazer. Não são “do natal”. E por causa disso hoje estou com uma dor de barriga que nem fui trabalhar. Vou daqui a bocado ao Centro de Saúde a ver se me dão algo pra isto…
Ah, estou também no 2ª lugar no Google com a procura “odeio o natal“. Sim senhor, grande feito histórico! Para os SEO-nerds: os posts antigos são tão bons para SEO do que os novos, já que aquele post é de 2006.
Esta mensagem é a última da categoria merda do natal (2007).
Ah e como já abriram as prendas, espero que agora se voltem a comportar como pessoas normais.
Rui
Rádios online. Alguém já as ouviu? Não falo das rádios tipo Cotonete onde se cria uma playlist e vai focando de forma aleatória, falo de música online com locutores e onde normalmente existe um contacto directo com o ouvinte fora da emissão (normalmente no IRC).
Exemplos de rádios online são a Rádio Amizade Online e a Rádio Nova Vaga.
Estas rádios pecam na sua divulgação e actuação por vários motivos:
- Estão em Portugal. Estando em Portugal, e o servidor em Portugal, tem o problema de se quisermos fazer uma rádio para 500 pessoas, nenhum servidor a aguentar online porque os datacenters em Portugal são o que são e a largura de banda é algo que não haveria, ou haveria a um preço tão alto que…
- A rádio está a ser ouvida por 5 ou 6 pessoas e os locutores dão um ar de “a melhor rádio do mundo”. Isto é bom e é mau, quem tiver dois dedos de testa vê que não é nada daquilo…
- Os programas são passados uma única vez e não há conteúdo repetido, e havendo vários programas durante todo o dia torna-se dificil fazer um “evento global”, concurso, etc.
- O material usado tem muitas vezes copyright associado.
A solução para isto passa por várias modificações às emissões de rádio online, como os podcasts.
Os podcasts são ficheiros de som que podem ser distribuidos num site internet para download. A diferença entre os podcasts e uma rádio é que um programa podia ser feito e depois distribuido online durante os primeiros X dias.
Para complemento, podem-se criar ficheiros m3u que listam os ficheiros de audio num directório do Windows ou página web.
Vamos mais longe e até o FeedBurner tem ferramentas específicas de podcasts.
Exemplos de podcasts são os do MegaTTS, onde eu participei há alguns meses numa discução sobre acessibilidade.
Sugere-se. Mas por vezes sugestões não são apreciadas, nem aceites. Bem vindos ao marketing. Só a pressistência e o exemplo prático vão provar que o meu método seria mais eficiente.
Bom resto de fim de semana,
Rui