02.08.12 06:03:58

Rui Cruz

A criar uma web melhor desde 2003

Motores de busca

Posted by Rui Cruz On Dezembro 29, 2009 3 COMMENTS

A web é vasta, e tudo está entulhado por ai, por vezes até demais. Porém, nem mesmo o Google contém tudo. A prova disso é que existem outros motores de busca para outro tipo de conteúdos mais detalhados. Existe o Google News e até o Google Reader tem motor de pesquisa. Alias, o Google começou como motor de busca.

Hoje em dia para quem quiser criar um motor de busca é fácil, pode usar o Google Site Search e ainda ganhar algum dinheiro, ou ainda usar alguns scripts para motores de busca em PHP (ASP se fores nabo).

Ressalvo alguns grandes exitos de sucesso em termos de motores de busca, desenhados especificamente para um nicho:

  • Torrentz.com – O Torrentz é um motor de busca para torrents criado para procurar torrents. Torrents permitem fazer downloads peer-to-peer pela  Internet, em pequenas partes distribuidas por vários utilizadores ao mesmo tempo, criando o ficheiro final. Uma cópia do código deste site pode ser encontrada aqui.
  • Lyricsdrive.com – Este site tem mais de 15.000 artistas e continua a crescer. É um motor de busca que indexa bastantes sites relacionados com letras de música.
  • TweepSearch.com – Este site faz uma procura no twitter por palavra, ou por localização geográfica. Também procura dentro dos tweets.

Como se pode ver é fácil investir num nicho onde podemos indexar várias procuras nesse nicho, e é fácil criar um site de pesquisas e na maioria dos casos também é grátis. Uma ideia de um site para 2010 talvez. :)

Rui

Como optimizar o FireFox

Posted by Rui Cruz On Dezembro 27, 2009 8 COMMENTS

Recentemente passei do Google Chrone para o FireFox por diversos motivos, entre os quais um erro que ele me deu na aplicação, mesmo depois de reinstalar, e o facto de ir muitas vezes abaixo.

O browser em si ainda não está preparado para um uso intensivo talvez, ou simplesmente há melhores.

No entanto, ao voltar ao FireFox, o meu browser anterior, verifiquei que comparado com o Google Chrone, estava muito lento.

Foi então que efectuei o seguinte método, que partilho:

  • escrever about:config na barra de endereços, carregar OK e dicar que “sim vou portar-me bem”, por outras palavras. mas não vamos…
  • vamos à entrada network.http.pipelining e damos duplo clique para mudar para true.
  • vamos à entrada network.http.proxy.pipelining e fazemos o mesmo.
  • e vamos ainda à entrada network.http.pipelining.maxrequests e mudamos para uns 20 ou 30.
  • em seguida, clicamos com o botão direito do rato num lado qualquer, clicamos em New e depois em Integer. Adicionamos nglayout.initialpaint.delay com o valor de 0.

Basicamente o que fizemos foi dar ao browser a capacidade de processar vários pedidos (“requests”) ao mesmo tempo. Por exemplo no sapo.pt vemos que eles têm imagens vindas de vários domínios e sub domínios. Anteriormente o FireFox ia buscar um a um, agora vai buscar 20 ou 30 de cada vez.

Em relação à nova entrada que colocamos, é para o browser agir de imediato na leitura do conteúdo web, algo que não é uma definição por defeito.

E puff. O FireFox agora com a rapidez do Chrone. Só falta é agora uma extenção que ponha a amarelo o campo de texto que estiver. Se conhecerem alguma, apitem! :)

Rui

A acessibilidade de um website, é um processo reconhecido mundialmente por diversas normas, mais ou menos oficiais, que possibilita a navegação dentro do website por pessoas com ou sem deficiência. Das possíveis pessoas deficientes a aceder ao website, encontram-se alguns exemplos como a falta de visão, a falta de motricidade nos membros superiores, etc. Este teste também vai aumentar a possibilidade da compatibilidade entre browsers e promover a usabilidade do website.
Disclaimer
Este texto pode conter erros gramaticais e de informação. Este texto não é oficial em lado algum a não ser na minha prática como webmaster. O uso deste texto por ti é apenas uma guideline. A reprodução é proibida sem consentimento prévio pedido por e-mail em mail@ruicruz.pt
Material necessário:
Internet Explorer
FireFox
Google Chrone
Color Contrast Analyser 2,2 – http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html
Leitor de ecrã JAWS ou equivalente
Ampliador de ecrã MAGic ou equivalente
Conhecimentos médios de informática
Passo 1 – A validação do website
A validação automática de um website é uma forma descritiva e puramente técnica de avaliar, do ponto de vista das regras de acessibilidade mais usadas, se o código HTML de um site é correctamente interpretado. No entanto, esta validação não é certa nem definitiva. O google.pt apresenta erros em vários validadores, no entanto está perfeitamente acessível.
A lista de validadores que eu uso são:
http://validator.w3.org/  - validador do World Wide Web Consortium
http://www.sidar.org/hera/  - validador baseado nas regras WCAG 1.0 que disponibiliza sugestões de código e outras funções além do validador anterior
http://www.acesso.umic.pt/webax/examinator.php  - validador alojado no Programa ACESSO da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P.
Passo 2 – Compatibilidade
A compatibilidade é o primeiro passo para a acessibilidade. Isto porque, se for compatível, é um bom passo para ser acessível. Cada browser é diferente à sua maneira. O K-Maleon e o FireFox usam o mesmo “motor”, mas “combustível” diferente. Significa que usando o mesmo rendering, podem apresentar websites de forma diferente.
O mais importante é testar o Internet Explorer e o FireFox no teu  site, e prestar atenção às possíveis diferenças no website.
Para uma verificação mais exaustiva, existe um URL que tira shots dos websites em mais de 50 browsers diferentes, o http://browsershots.org/
Os erros mais comuns são o tipo de letra e o uso de flash, que alguns browsers não suportam.
Passo 3 – Os básicos da acessibilidade
Existem para mim 5 regras base que ao  olharmos para o site podemos ver se o mesmo é mínimamente acessível, sendo elas.
As imagens terem legenda. Com o IE ou o FireFox, passa o rato por cima da imagem. Se a mesma apresentar legenda ou também conhecido como texto alternativo, este passo está feito. Caso contrário, consulta manuais de HTML para o uso da tag “alt” e “longdesc”.
O website ser limpo. O website não pode ter banners, ou elementos AJAX que coloquem a visibilidade do texto parcialmente ou totalmente oculta, sempre ou por breves períodos de tempo. A informação é tempo, mas demasiada informação pode-te custar dinheiro.
Os links são para onde devem ser. Cada link pode ter uma descrição quando passas o rato por cima. Se não tem, consulta o manual HTML para a tag “title”.
Adeus aos sons. O único som que se deve ouvir, é o do Windows. Sites de música ou com MP3 não devem iniciar automaticamente, bem como sons ao entrar numa página devem ser retirados.
Formulários em ordem. Como os links, os formulários devem estar ordenados. Se tens Nome, Morada, Telefone e Submeter, é inapropriado se ao usares a tecla TAB vás directamente para o Nome e depois Submeter.
Passo 4 – Agora és tu que experimentas
Por esta altura já verificaste se tudo o que disse anteriormente está mais ou menos aplicável. Agora está na hora de seres tu a experimentar. Instala as versões de demonstração do JAWS e o MAGic  que podes encontrar em http://freedomscientific.com/
Com o MAGic. Ir ao menu Magnification, e procurares colocar várias configurações. Em seguida, activa a magnificação. O website é visualizado de forma correcta, se por exemplo, seleccionares um padrão de cor cinzento? Tenta outras opções, e confere. Se algo estiver errado, modifica o CSS (ver mais à frente neste guia) ou a cor do texto.
Com o JAWS: No website, usar o TAB para navegares nos links. A ordem dos links faz sentido? Podes também usar a combinação de teclas INSERT+SETA PARA BAIXO para leres o website.
Passo 5 – A cor
A cor é um dos passos fundamentais para um website. Não só para a acessibilidade, nem para a usabilidade. É mais para o bem comum, chamemos-lhe assim. O programa Color Contrast Analyser pode ser encontrado no link http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html#download
Se preferires, como eu, podes instalar uma extensão no FireFox, aqui está ela: https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/7313
No caso da página gerada no FireFox, se alguma cor aparecer a vermelho, terás que verificar a cor e alterar de acordo com as guidelines de acessibilidade.
Passo 6 – E se tudo resultar…
O teu website está agora preparado para algumas das muitas dificuldades que se encontram na web, dificuldades essas que pessoas que como eu ou possivelmente tu não temos. No entanto, é sempre bom sermos reconhecidos pelo trabalho, quanto muito pelo esforço.
Para isso, afixa no teu site, normalmente no footer, os seguintes selos:
Se o teu wesite passa no http://validator.w3.org/ , usa estes selos: http://www.w3.org/QA/Tools/Icons
Caso contrário, usa o Simbolo da Acessibilidade Web: http://www.acessibilidade.net/web/sawdesc.php
Dúvidas comentários e sugestões são bem vindas nos comentários abaixo deste texto.
Revisão
19/12/2009 – Texto inicial

A acessibilidade de um website, é um processo reconhecido mundialmente por diversas normas, mais ou menos oficiais, que possibilita a navegação dentro do website por pessoas com ou sem deficiência. Das possíveis pessoas deficientes a aceder ao website, encontram-se alguns exemplos como a falta de visão, a falta de motricidade nos membros superiores, etc. Este teste também vai aumentar a possibilidade da compatibilidade entre browsers e promover a usabilidade do website.

Disclaimer

Este texto pode conter erros gramaticais e de informação. Este texto não é oficial em lado algum a não ser na minha prática como webmaster. O uso deste texto por ti é apenas uma guideline. A reprodução é proibida sem consentimento prévio pedido por e-mail em mail@ruicruz.pt

Material necessário:

  • Internet Explorer
  • FireFox
  • Google Chrone
  • Color Contrast Analyser 2,2
  • Leitor de ecrã JAWS ou equivalente
  • Ampliador de ecrã MAGic ou equivalente
  • Conhecimentos médios de informática

Passo 1 – A validação do website

A validação automática de um website é uma forma descritiva e puramente técnica de avaliar, do ponto de vista das regras de acessibilidade mais usadas, se o código HTML de um site é correctamente interpretado. No entanto, esta validação não é certa nem definitiva. O google.pt apresenta erros em vários validadores, no entanto está perfeitamente acessível.

A lista de validadores que eu uso são:

Passo 2 – Compatibilidade

A compatibilidade é o primeiro passo para a acessibilidade. Isto porque, se for compatível, é um bom passo para ser acessível. Cada browser é diferente à sua maneira. O K-Maleon e o FireFox usam o mesmo “motor”, mas “combustível” diferente. Significa que usando o mesmo rendering, podem apresentar websites de forma diferente.
O mais importante é testar o Internet Explorer e o FireFox no teu  site, e prestar atenção às possíveis diferenças no website.
Para uma verificação mais exaustiva, existe um URL que tira shots dos websites em mais de 50 browsers diferentes, o http://browsershots.org
Os erros mais comuns são o tipo de letra e o uso de flash, que alguns browsers não suportam.

Passo 3 – Os básicos da acessibilidade

Existem para mim 5 regras base que ao  olharmos para o site podemos ver se o mesmo é mínimamente acessível, sendo elas.

  • As imagens terem legenda. Com o IE ou o FireFox, passa o rato por cima da imagem. Se a mesma apresentar legenda ou também conhecido como texto alternativo, este passo está feito. Caso contrário, consulta manuais de HTML para o uso da tag “alt” e “longdesc”.
  • O website ser limpo. O website não pode ter banners, ou elementos AJAX que coloquem a visibilidade do texto parcialmente ou totalmente oculta, sempre ou por breves períodos de tempo. A informação é tempo, mas demasiada informação pode-te custar dinheiro.
  • Os links são para onde devem ser. Cada link pode ter uma descrição quando passas o rato por cima. Se não tem, consulta o manual HTML para a tag “title”.
  • Adeus aos sons. O único som que se deve ouvir, é o do Windows. Sites de música ou com MP3 não devem iniciar automaticamente, bem como sons ao entrar numa página devem ser retirados.
  • Formulários e  caixas de texto ordem. Como os links, os formulários devem estar ordenados. Se tens Nome, Morada, Telefone e Submeter, é inapropriado se ao usares a tecla TAB vás directamente para o Nome e depois Submeter.

Passo 4 – Agora és tu que experimentas

Por esta altura já verificaste se tudo o que disse anteriormente está mais ou menos aplicável. Agora está na hora de seres tu a experimentar. Instala as versões de demonstração do JAWS e o MAGic  que podes encontrar no link acima indicado.

  • Com o MAGic. Ir ao menu Magnification, e procurares colocar várias configurações. Em seguida, activa a magnificação. O website é visualizado de forma correcta, se por exemplo, seleccionares um padrão de cor cinzento? Tenta outras opções, e confere. Se algo estiver errado, modifica o CSS (ver mais à frente neste guia) ou a cor do texto.
  • Com o JAWS: No website, usar o TAB para navegares nos links. A ordem dos links faz sentido? Podes também usar a combinação de teclas INSERT+SETA PARA BAIXO para leres o website.

Passo 5 – A cor

A cor é um dos passos fundamentais para um website. Não só para a acessibilidade, nem para a usabilidade. É mais para o bem comum, chamemos-lhe assim. O programa Color Contrast Analyser pode ser encontrado no link http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html#download.
Se preferires, como eu, podes instalar uma extensão no FireFox, aqui está ela: https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/7313
No caso da página gerada no FireFox ao ser efectuado o teste, se alguma cor aparecer a vermelho, terás que verificar a cor e alterar de acordo com as guidelines de acessibilidade.

Passo 6 – E se tudo resultar…

O teu website está agora preparado para algumas das muitas dificuldades que se encontram na web, dificuldades essas que pessoas que como eu ou possivelmente tu não temos. No entanto, é sempre bom sermos reconhecidos pelo trabalho, quanto muito pelo esforço.
Para isso, afixa no teu site, normalmente no footer, os seguintes selos:

Dúvidas comentários e sugestões são bem vindas nos comentários abaixo deste texto.

Rui

Portabilidade de números de telefone

Posted by Rui Cruz On Dezembro 2, 2009 3 COMMENTS

A portabilidade de números de telefone, consiste em mudar de operador de Rede Fixa ou Rede Móvel, mantendo o mesmo número. As Operadoras têm por obrigação aceitar a portabilidade, desde que o titular e a morada correspondam. A portabilidade demora legalmente de 3 a 5 dias úteis, podendo em alguns casos chegar aos 21 dias.

Como proceder?

Ir à loja do novo operador (não do antigo) e levar BI ou Cartão de Cidadão, comprovativo de morada, NIF, e o cartão SIM. Depois deves preencher o formulário.

Quem liga para mim vai pagar mais?

Depende do operador. Se o teu operador for Optimus e mudares para a TMN, quem é da Optimus vai pagar mais. No entanto, a menos que essa pessoa desactive esta opção, irá receber sempre uma mensagem indicando o teu novo operador, mensagem essa gratuita. Tem assim a possibilidade de desligar a chamada antes do teu telefone começar a tocar. Em tarifas iguais para todas as redes isto não acontece.

Vou perder o saldo do cartão?

Sim. No caso de Pontos T, Clube Viva, e outros sistemas de pontos, também se perdem. Neste caso recomenda-se passar o saldo para um amigo, ou comprar algo para ti ou para outra pessoa com os pontos restantes. Uma vez a portabildiade efectuada, não se pode recuperar os pontos.

O meu telemóvel está bloqueado. Posso portar?

Sim, mas o telemóvel deixa de funcionar. Os funcionários da loja para onde vais dificilmente se vão “importar” com isso. No entanto, na FNAC e lojas populares, existem sempre bons telefones Nokia, cuja função é simples em receber e efectuar chamadas, a menos de 50EUR e desbloqueados. No caso da rede fixa, a maior parte dos operadores oferece telefones fixos sem fios, no entanto existem telefones com fios disponíveis por menos de 30EUR. No caso do telefone fixo, os mesmos não se encontram bloqueados a nenhuma rede.

Como sei se o serviço já está a funciona?

No preenchimento dos documentos, na maioria dos casos podes escolher uma data de portabilidade. Serás informado da hora posteriormente, por telefone ou SMS. Na data e hora indicadas o serviço ficará suspenso até três horas. Se o serviço ficar indisponível por mais de um dia, tens direito legalmente a 20EUR por dia por forma de compensação.

A portabilidade é grátis?

Sim. Pode haver custos de compra de cartão da rede móvel.

Para mais informações, consultar o Regulamento de Portabilidade e o respectivo Projecto de Alteração ao mesmo Regulamento,  no site da ANACON ou deixa comentário neste post.

Alterações mínimas e procura de Advogados

Posted by Rui Cruz On Dezembro 2, 2009 ADD COMMENTS

Boa noite,

Como os leitores mais atentos repararam, coloquei algumas alterações cosméticas no blog, entre elas:

  • A mudança do posicionamento dos anúncios pelos quais o blog se regula monetáriamente (se fosse com isso morria à fome, mas pronto…)
  • Algumas novas funcionalidades a nível do tema, pelo que comentar e responder aos comentários se tornou mais fácil
  • Adicionei a tecla de atalho control+enter para a rápida inserção de comentários. Deve funcionar com a maioria dos browsers decentes, s enão funcionar com o teu, avisa-me.

Desta feita, para os novos projectos, procuro um Advogado, preferencialmente da Zona de Lisboa ou Setúbal mas não obrigatório.
Estou a desenvolver um website de apoio às pessoas com dívidas registads no BdP entre outras, pelo que é necessária alguma informação legal que não leva muito tempo a ser redigida. Em troca, os contactos dessa pessoa vão vigorar no footer do site, com link para site caso tenha, dando visibilidade ao Advogado em questão.
Se alguém estiver interessado, envie-me um e-mail para mail@ruicruz.pt, para mais detalhes.

Até breve,

Rui

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Subscreve a futuros artigos do meu site.