02.22.12 17:46:06

Rui Cruz

A criar uma web melhor desde 2003

Restaurante Japonês só de vista, obrigado!

Posted by Rui Cruz On Maio 24, 2010 2 COMMENTS

Restaurante Japonês é também o nome mais pomposo para restaurante anti bites com molho de manteiga. A sua receita varia entre algas, arroz semi-cru, pedacinhos de atum com óleo nojento, e crepes de legumes dez vezes mais pequenos que os do Chinês.

Fui com uma amiga do IRC, Sara Alves (nicks katarinne ou Sara) em Lisboa. Comecei por pedir crepes “chineses” e a pensar que iria comer só crepes para não ter que comer mais nada. Que ideia. Os crepes eram tão pequeninos que tive que mandar vir mais só para não morrer à fome.
Depois passamos ao sushi. Nunca vi coisa tão nojenta. Bocadinhos de “coisas” com algas e arroz quase-cru à volta. Ideal para alimentar um gato que nunca tenha comido carne na vida. Mas dificilmente iria alimentar o homem das bifanas, o grande Rui Cruz.

Depois de dissecar o sushi e de comer o que lá estava no meio, decidi ir para o gelado. Acho que ainda provei mais qualquer coisa mas não me lembro.Entretanto estavam lá umas coisas que a Sara disse era para limpar ou lavar os gentes ou algo assim. As coisas cor-de-rosa até caíram bem, e pensei, “olha o verte parece molho de manteiga verde…”. Mentira. Era uma porcaria ainda mais nojenta que o sushi.

O gelado também era pequeno como tudo, fiquei muito triste. Mas era bom, que se lixe o tamanho.
Prometo que quando quiser emagrecer irei comer num Japonês, mas até lá, bem ditos bifes com molho de manteiga!

Rui

Carta aberta ao Pingo Doce

Posted by Rui Cruz On Maio 21, 2010 6 COMMENTS

Exmos. Srs.

Venho por este meio dar o meu parecer sobre o decréscimo de qualidade dos vossos produtos, nomeadamente do Sumo de Pêra Pingo Doce. Antigamente, comparado com um Compal de Pêra, o vosso sumo tinha uma qualidade superior. Sentia-se mais a pêra como fruto, e com os respectivos sabores. Hoje, o vosso sumo parece feito mais à base de líquido, sentindo-se menos a polpa da pêra. Esta situação ocorre há cerca de três meses.

Ainda pensei ser problema do lote, afinal e dirigi-me a outro Pingo Doce. Mas, tanto no do Pinhal Novo como em alguns de Lisboa, a reacção com a mesma: o vosso sumo de pêra mudou.

Na conjuntura actual, e com o vosso anúncio de “ser mais barato”, espanta-me que façam um cliente gastar cerca de 0.40EUR a mais para comprar a marca Compal, quando a marca Pingo Doce era superior. O consumidor perde, o supermercado perde e só a Compal ganha. Não tenho nada contra a Compal, mas prefiro dar ao meu supermercado preferido, o Pingo Doce!

Esta carta aberta serve, primeiro para vos dar os parabéns por terem criado o sumo de pêra, pêssego, e outros “naturais”, mas também para pedir a revisão da densidade da polpa contida por cada garrafa, voltando assim a ter o “meu” sumo de pêra de volta!

Será que saberá tão bem pagar tão… muito?

O subscritor

Rui

Pro “Fernando Amaral”

Posted by Rui Cruz On Maio 18, 2010 3 COMMENTS

O Fernando Amaral é um profissional da Web Portuguesa. Eu considero-o assim. Tem vários sites, tem um passado meio controverso e muitos invejosos no Mais Tráfego, mas isso até eu tenho e sou um santinho.
Conheci-o precisamente lá, ainda com o “nick antigo”. Entretanto surgiu um tipo chamado Web Milionário. Tinha um blog onde tinha a mania de escrever coisas que eu achava ser “mais um daqueles blog’s de ganhar dinheiro, onde na verdade a única pessoa que ganha dinheiro é o webmasters com links de afiliados”. Não podia estar mais enganado. Ao longo de, digamos, um ano, acompanhei o “Webzinho”, “Nandinho”, ou outro nome abixanado que possam imaginar, e tem constantemente superado as minhas expectativas como pessoa.

O Fernando deu a cara recentemente. Conforme disse neste link há cerca de meio ano, muitos projectos podem de certa forma ganhar espaço – neste caso mais ainda – e credibilidade se dissermos quem somos. Não podemos ter medo de quem somos, isso é uma forma de não acreditarmos em nós próprios.
É também autor de um canal do YouTube onde detém alguns vídeos. Nota-se um jovem com carisma, credibilidade e notoriedade no nicho dos blogs de webmasters e “webstuff” relacionada.

Na sequência da revelação da sua “cara” na Net, este Webmaster de Cascais lançou um fórum dedicado a webmasters. Este fórum, com o URL pro.webmilionario.com como não só complemente ao blog, mas também como incentivo à troca livre de opiniões de webmasters. Sem censura, sem burocracias. 100% limpo.
Neste blog, onde fui beta-tester, aprendi algumas coisas, como o botão de retweet hoje instalado no blog, como algumas coisas sobre keywords, e obtive opiniões de outras pessoas mais experiêntes, como o Fernando.

É com enorme prazer que vos apresento o Pro Web Milionário, um fórum de webmaster para webmasters. Gerido pelo Fernando, uma pessoa com cara, com credibilidade, e acima de tudo, que faz o mesmo que nós. Somos webmasters.
Regista-te e entra no fórum.

Ele dá a cara, tem um site rentável, deu provas de sucesso e cria bem como incentiva comunidades. Se isto não é ser um bom webmaster, o que será?

Rui

Phreaking – uma arte esquecida

Posted by Rui Cruz On Maio 16, 2010 4 COMMENTS

Nos meus tempos do 6º ano. ou seja, há uns 10 anos, andava numa cabine da PT a fazer chamadas de borla. Quem não se lembra dos bonitos cartões de telefone, da MARCONI, dos pagers da Coca-Cola e das novas operadoras telefonicas na altura como a Novis, Jazztel, MaxiTel etc?

Pois eu em certa medida, considerei-me um phreacker da humanidade Portuguesa, ao descubrir algumas das melhores técnicas de chamadas de borla do início do século.

Cheguei a conhecer pessoas que faziam chamadas pelos beeps do telefone mas os meus feitos foram limitados às seguintes coisas:

  • Nas cabines velhas (de cor verde e azul) se colocássemos o cartão todo para dentro e o puxarmos para fora, cartão esse já esgotado, tínhamos 8:40 de chamadas grátis para onde quisessemos. Era assim a altura de mandar mensagens para os pagers dos meus amigos da escola.  Na altura ganhei montes de dinheiro porque tinha o tarifário Pako que pagava por chamadas recebidas.
  • No antigo 962020, se marcássemos o * e o 0 quando ouvíssemos a gravação, pedia-nos um número de voicemail. Se colocássemos um número de telemóvel, podíamos deixar mensagens no voicemail de um número TMN de borla.
  • Eu e os meus amigos da escola ligávamos para a TMN a dizer que não conseguíamos fazer chamadas… e eles faziam uma chamada teste. Como tinhamos o Pako, depois de recebermos a chamada, ficávamos uma hora a fazer perguntas sobre os serviços. Eles na altura estavam convencidos que não nos era creditado o saldo da chamada por ser de telefones do call center TMN, e na altura estavam também convencidos erradamente.
  • Ainda houve uma situação que não me apetece referir, até porque esta não foi para o meu registo criminal, algo que até hoje se mantém limpinho.

Hoje em dia vamos fazer o que? O VoIP e chamadas gratuitas já tiraram a pica toda à coisa…

E pronto. Era phracker. E este foi o meu manifesto. You may stop me, but you wont stop us.

Rui

(D)DoS Deflate

Posted by Rui Cruz On Maio 15, 2010 2 COMMENTS

DoS, mas conhecido como Denial of Service é um ataque que ocorre em servidores de Internet, enviando pacotes de dados sem “nexo” ao servidor de destino com vista ao uso indevido de recursos como memória, CPU, tráfego, etc.
Isto faz com que o servidor fique “entupido” e por sua vez, torna os serviços indisponíveis.
O DoS varia de forma e pretexto consoante o ataque, mas a ideia geral é esta.

Na Internet, só está seguro quem está lá fora. Todos temos, como home users ou como profissionais, que nos proteger dos eventuais perigos que existam. Os home users procuram proteger-se mais de malwares, virus, etc, os profissionais focam-se mais em patch’s de segurança, firewall e protecção contra intrusões ou distorções de serviços.

Venho hoje prestar a homenagem ao meu software preferido na prevenção de Denial Of Service. Tudo começou com um geek nos fóruns da Future Hosting, a minha antiga empresa de hosting/housing com quem trabalhei 5 anos de 2003 a 2008. Ele queria desenvolver na altura um programa que visse ligações simultâneas e as fosse bloquear, integrando-se com a firewall APF que era a mais usada na altura.
Posto isto, o código para a detecção ficou o seguinte:

netstat -ntu | awk '{print $5}' | cut -d: -f1 | sort | uniq -c | sort -n

A partir daí, foi construir um programa que ainda hoje uso, e cuja acção tem algumas vezes safo alguns load spikes do servidor. Em última análise este programa não substitui uma firewall física, mas fornece protecção media para ataques de DoS.

Este post é a homenagem ao melhor programa de GNU/Linux a seguir ao cPanel.

Parabéns (D)DoS-Deflate, há 7 anos instalado nas minhas máquinas. :)

Rui

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