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Reduz os custo de telefone do teu negócio

3, Março, 2010 Nenhum comentário

Quando estamos a fazer numa empresa ou a reduzir custos, algo ao qual muita gente dedica esforços hoje em dia, temos por vezes que recorrer a técnicas de redução de custos porque todos sabemos… a vida não está fácil para ninguém.
Parte de ma consultoria que foi feita há algum tempo a um empresário em nome individual que mais tarde passou a empresa, num ambiente de escritório com telefone e fax. Fizemos a alteração de dois números da PT para um Vodafone e NOVIS Negócios  (agora já deve ter outro nome… o Belmiro gosta de mudar o nome as coisas e juntar empresas, mas na altura foi a NOVIS).

Telefone de voz

Na PT pagava-se assinatura. A Vodafone tem um tarifário que é o Vodafone Casa T0 Voz que não tem carregamentos obrigatórios e cujas chamadas para rede móvel ficam abaixo dos 20 cêntimos por minuto. Para as fixas, recomendei o VoIP Buster, que através de voz sobre IP oferece 300 minutos de chamadas fixas gratuitas para vários países, sendo as seguintes a 1 cêntimo por minuto (mais barato que no Vodafone Casa).
Aqui cortou-se as despesas em mais de metade.

FAX

O FAX ficou ligado a uma multifunções HP que por sinal até foi bem barata, cerca de 70 euros, algo bem dentro do orçamento da maioria dos empresários ou empresas. Contactou-se a NOVIS Negócios e em três semanas (na minha opinião um tempo demasiado longo) fez-se a portabilidade do número. Portanto o número de FAX ficava igual, embora tivesse demorado muito mais tempo do que na Vodafone e tivessem ficado cerca de um dia sem telefone, devido à falta de coordenação da NOVIS.

Internet

Aqui ficou-se também com a Internet da NOVIS mas para as empresas que usam bastante a Internet ou se querem ligar de outros locais aos PCs da empresa, fica difícil. Toda a ADSL tem uma falha: reiniciar a ligação para renovar o IP. O SAPO faz isso de 36 em 36 horas, a Via Networks / ClaraNet de uma em uma semana, etc. Aqui a solução caso queiram uma net “totalmente sem interrupções” é usar NetCabo ou CaboVisão, uma vez que a tecnologia por cabo não sucumbe a esta falha.

Em suma, ficou tudo em cerca de 50EUR por mês e ainda sobrou dinheiro para pagar a consultoria. E isso é que importa. 

Rui

Categories: A sociedade, Telemarketing Tags:

Só não trabalha quem não quer

10, Janeiro, 2010 11 comentários

Eu sou do tipo de pessoa a quem não se pode dizer que não arranja trabalho e se queixa muito sobre isso. Compreendo que seja chato, e difícil de admitir por haver muita pobresa envergonhada mas o facto é que não trabalha quem não quer. Claro que há exepções, no interior é muito mais difícil, mas eu vivo nos arredores de Lisboa e os meus amigos são também todos de Lisboa e arredores. Quando eles, ou apenas conhecidos, me dizem que não arrajam trabalho, levam logo com o meu mau feitio.

E digo isto porque existem dezenas de Empresas de Trabalho Temporário, que pagando mal ou bem, na realidade, pagam. E isso é o que importa. Em vez de eu lhes estar a pagar dos meus impostos, grandes quantidades de dinheiro para milhares de pessoa trabalharem em “nada”, isto é, ficarem em casa a coçar os tomates, as pessoas que se façam à vida, porque afirmo e sei que em Lisboa, não trabalha quem não quer… ou quem não pode, mas a isso já lá vamos.

Eu fui uma dessas pessoas. Há alguns anos fui dispensado do meu primeiro emprego, a recibos verdes, no qual trabalhava numa loja de material para deficientes visuais, a Tiflotecnia.

Mal saí, nem demoraram cinco dias. Arranjei o emprego que toda a gente não quer, telemarketing e vendas. Vendi durante um ano o Cartão de Crédito Citibank, agora adquirido pelo Barclays. Até foi alvo da criação de um tópico que ocupa o top nos mais comentados no meu blog: …

Fiquei lá um ano e como as bases de dados e as zonas para onde vendia estavam muito massacradas decidi despedir-me. Passado quase um mês, fui para a PT Contact.

Agora a PT Sales, antigamente a PT Contact, foi o sítio onde da minha vida profissional gostei e gosto mais de trabalhar. Bom ambiente, bons colegas, e o ordenado dá para sobreviver. Cerca de 600 euros por 8 horas. Claro que também trabalho por conta própria, nunca deixei os recibos verdes, o que me permite fazer uma vida mais ou menos.

Continuando a falar da PT Sales, vendi produtos da PT durante quase dois anos, até que recentemente foi para o BackOffice, basicamente é fazer o follow up das vendas. E cá fico, até me quererem por lá ou até eu não me sentir bem por lá.

Esta é a minha história.

Esta é a história de alguém que luta, e de alguém que pegou num trabalho que pouca gente quer, que pouca gente gosta, que muita gente critica,  mas que há sempre gente que o faz.

Esta é a história de alguém que se perder o emprego, ganha outro, seja qual for, seja onde for. E que acima de tudo nunca se contenta com o que tem, pois eu sou ambicioso.

E a moral desta história é a mais simples de todas: na maioria dos casos, só não trabalha quer não quer.

Posto isto, anuncio que se alguém estiver interessado num part-time de 4 horas por 300 euros no “trabalho que ninguém quer”, a fazer vendas, e acima de tudo a fazer alguma coisa pela sua vida, que me contacte pela página de contactos do site.

Acredita que o trabalho não cresce nas arvores.

Infelizmente também existem pessoas que não podem trabalhar, sobre isso já falei no blog, mas se é um caso de deficiência sobretudo devem começar pela OED a vossa procura de trabalho. É mais difícil, mas não é impossível.

Rui

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LerParaVer.com – 10 anos a informar, a ajudar e a sensibilizar.

26, Novembro, 2009 1 comentário

oi a 26 de Novembro de 1999 que nasceu aquele que se viria rapidamente a tornar num portal de referência em língua portuguesa sobre a deficiência da visão, o www.lerparaver.com.

O LerParaVer continuou a crescer neste último ano, foi o ano com mais novos conteúdos, mais de 2000 novas entradas, entre conteúdos e comentários, tendo tido cerca de 1 milhão de visitantes. A comunidade virtual do LerParaVer continuou a crescer, tendo ultrapassado os 2 mil utilizadores activos.

Este sucesso deve-se a todos, aos que nos visitam, e aos que directa ou indirectamente publicam conteúdos. Para vocês os nossos parabéns, pois é graças a vocês que tem sido possível manter este portal vivo à uma década, são poucas as páginas da Internet que se podem orgulhar de tal feito.

Embora tenham já decorrido 10 anos, o que no mundo da Internet é uma eternidade, o LerParaVer continua fiel aos seus objectivos iniciais, que passam por dar o nosso modesto contributo para levar informação útil e actualizada aos deficientes visuais de língua portuguesa bem como
interessados por estas temáticas, sensibilizar para a não discriminação, bem como promover formas para que todos possam trocar impressões e partilhar experiências.

É tempo de comemorar este aniversário, de reviver estes 10 anos de história, mas também é tempo de continuar a olhar para o futuro, e de encontrar formas para fazer com que este Portal cumpra cada vez melhor os seus objectivos, e que continue muitos mais anos a informar, a ajudar e a sensibilizar.
Contamos convosco!

Daniel Serra e António Silva

Categories: A sociedade, Acessibilidade, WWW news Tags:

Dia de Portugal

10, Junho, 2009 3 comentários

Hoje é dia de Portugal. É o dia em que me envergonho de morar numa civilização de quase terceiro mundo onde o ordenado mínimo nacional é de 450€, tirando ou ponto mais uns trocos.

A única coisa que me contenta é o hiphop que comemora esta data, por isso, apresento-vos a Mixtape do Dia de Portugal de KoolTuga, que faz hoje dois anos, e que faço questão de ouvir todos os anos, a 10 de Junho.

Para veres o sonoro apresentado, só mesmo o download da mixtape porque o país continua na mesma daqui a um ano, e este vai ser o repost do ano seguinte muito provavelmente…

Rui

Categories: A sociedade Tags:

Código do Trabalho: bora lá dar faltas pessoal!

15, Abril, 2009 5 comentários

No código do trabalho em PDF, pode-se ler no artigo 232º, alínea II, o seguinte:

Nos casos em que as faltas determinem perda de retribuição, as ausências podem ser substituídas, se o trabalhador expressamente assim o preferir, por dias de férias, na proporção de 1 dia de férias por cada dia de falta, desde que seja salvaguardado o gozo efectivo de 20 dias úteis de férias ou da correspondente proporção, se se tratar de férias no ano de admissão.

Isto significa que podemos, até duas vezes por ano, usar dois dias de faltas como férias. Podemos dar as faltas e depois usar dias de férias.

Fantástico, não é? Ah granda governo!

Rui

PS: isto é verídico…

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