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O WordPress come acessibilidade ao pequeno almoço

17, Agosto, 2010 1 comentário

Como desenvolvedor de conteúdos profissionais para a web, recomendo o WordPress. O WordPress é a ferramenta mais intuitiva, fácil, grátis, de código aberto, testada e re-testada à face do planeta. Não acreditas? Continua a ler.

Criar uma página acessível significa que todos a podem ver. Tanto quem vê mal, como quem não tem braços, etc. Mas não nos ficamos por aqui. Temos que ter em conta o Internet Explorer 4 no Windows 98 do meu amigo que vive em África com um PC com 256MB de RAM e uma ligação dial-up. Temos que ter em consideração a minha avó que veio à Internet a primeira vez. Em suma, temos que contar com toda a gente.

Saído do forno

O WordPress conta com a sua plataforma core – tanto no site em si como o BackOffice de administração – totalmente acessível, um estilo limpo, alt tag’s, com funções e sistemas documentados, etc. A partir do painel de administração consegues instalar temas. Existem mais de 1.200 temas com HTML e CSS válidos, assim como cerca de 5.000 themes não oficiais dos quais o WordPress.org não garante a sua qualidade, no entanto a maioria usa código claro e acessível ao utilizador. O número destes temas aumenta diariamente.

Na refeição

Ao longo do uso do WordPress existem mais de 10.000 plugins que conformam também com os standarts Web. Melhor ainda, assim como os themes podem ser instalados directamente pelo BackOffice do WordPress, tornando a sua instalação fácil e intuitiva. O teu site nunca é igual ao outro no que toca ao funcionamento. E ao design também não, pois para quem é aventureiro consegue editar – para variar, também pelo BackOffice – o design do site com um editor. E no caso de perceberes pouco de PHP, o editor ainda te oferece documentação sobre a função que queres editar, para poderes ganhar conhecimentos.

Na digestão

O tempo passa. Não precisaste de seguir os meus conselhos de acessibilidade web porque tudo isto já vem embutido num software criado por contribuições de todo o mundo, numa comunidade de espírito aberto e sensível a todo o tipo de necessidades – quer da web, quer da plataforma que desenvolvem. Não precisas de gastar dinheiro em plataformas específicas, nem em auditorias de qualidade. Tudo isto existe de raiz com o WordPress.

Em suma, se pretendes uma refeição estável, sugiro-te a cereja no topo do bolo do WordPress que é actualmente a plataforma mais acessível na Internet.

Rui

Categories: Acessibilidade, Webmasters Tags:

Análise relâmpago: Fertagus

24, Junho, 2010 Nenhum comentário

1. Apresentação

Como alguns sabem sou há ano e meio utilizador diário da Fertagus, no trajecto Lisboa – Pinhal Novo. Sou um grande apreciador do comboio, confortável, dá para ligar o portátil com segurança, não tem muita violência ou confusões, etc.

2. Limpeza

O que não aprecio é algo que vi há uns dias numa das carruagens. Aparentemente, a carruagem é só desinfectada de ano a ano!

Deixo aqui o alerta, para quando andarem na Fertagus procurarem activamente por formigas, baratas e afins. Não sei se é “legal”, mas sei que não me inspira confiança andar num comboio desinfectado de ano a ano. Mais valia não dizerem nada, ficava iludido positivamente. Fica a informação.

3. Estações

No comboio das 22:42 a sair de Lisboa que chega ao Pinhal Novo perto das 23:30 existe uma coisa ainda mais estranha: o WC da estação está fechado. Ora, se a estação está aberta e se ainda circulam comboios porque é que o WC há de estar fechado? Não que eu o vá usar, porque moro a 5 minutos, mas é um bocado mau para quem eventualmente o queira utilizar. Eu bem sei que a estação é REFER e não Fertagus (penso eu) mas… temos que lutar pelos nossos “direitos” do WC aberto há hora que circulam os comboios!

4. Sítio web

Por último, uma nota em relação ao sítio web da Fertagus. A empresa opta por usar o símbolo da acessibilidade no canto inferior direito (informação sobre o símbolo aqui). No entanto, não foi preciso eu tentar validar algo ou usar algum programa, porque claramente algumas partes do site não estão acessíveis, e outras são duvidosas do ponto de vista da apresentação do conteúdo. Dou como exemplo o último link com imagem do menu Relatório de Sustentabilidade que não tem o uso próprio da tag alt que oferece uma descrição da imagem, onde o próprio relatório está completamente inacessível: para mudarmos de página temos uma seta não reconhecível por leitores de ecrã ou… usar o rato para arrastar a página! Ideal para quem não pode usar o rato ou quem não o vê para usar.
Como cidadão e utilizador, reconhecendo que o sítio web não efectua um esforço que se traduza numa realidade, para a acessibilidade parcial do sítio web, peço às entidades competentes a remoção do símbolo de acessibilidade web afixado no site. Não nos façam comer gato por lebre.

Vou enviar o link deste post para a Fertagus a ver se eles me dão uma resposta. Se derem, escrevo-a aqui.

Esta foi a minha análise relâmpago a uma empresa do grupo Barraqueiro, outro sítio web sem acessibilidade.

Rui

UPDATE #1 – 25/06/2010 10:50: Contactei a Fertagus e perguntei se tinham recebido o e-mail. Aparentemente, não. Enviei de dois e-mails diferentes, um deles GMail. Também não receberam. Vou entregar isto impresso na estação do Pinhal Novo ainda hoje, conforme me indicaram.

Novos websites do Banco de Portugal

12, Janeiro, 2010 Nenhum comentário

Foi já há alguns meses que o terminei, mas só agora falo deste acontecimento, talvez o maior na minha “carreira” de webmaster.

Há algum tempo, quase dois anos, efectuei uma parceria de trabalho com a ACAPO com vista à elaboração de um plano de Acessibilidade Web para o site do Banco de Portugal e para o site do Portal do Cliente Bancário.

Passou-se bastante tempo, sempre a trabalhar devagarinho mas bem. Vi um site a crescer, não um site feito em uma hora (como acabei de fazer agora, que vou lançar na quinta feira) mas um site feito em mais de um ano. Afinal, estamos a falar da “mãe” dos Bancos portugueses.

Fiquei responsável pela análise gráfica, outras pessoas pelo código, e tudo isto resultou nos seguintes sites:

  • Banco de Portugal – Site institucional, bilingue, que apresenta informações do foro mais técnico ou institucional
  • Portal do Cliente Bancário – Um site dedicado ao cidadão comum, com formulários para informações, reclamações, e um pouco de tudo. Oferece informação “real” sobre vários assuntos da Banca Portuguesa.

Foi uma honrra, e foi mais um ponto para o meu CV. Ao Banco de Portugal, fica  o meu agradecimento enquanto webmaster por se preocupar com a acessibilidade web. Aos que não se preocupam, fica o meu conselho.

E já agora, fica também o link para o meu tutorial Acessibilidade e usabilidade do teu website – guia prático de uma hora.

Rui

Categories: Acessibilidade Tags:

Acessibilidade e usabilidade do teu website – guia prático de uma hora

11, Dezembro, 2009 4 comentários

A acessibilidade de um website, é um processo reconhecido mundialmente por diversas normas, mais ou menos oficiais, que possibilita a navegação dentro do website por pessoas com ou sem deficiência. Das possíveis pessoas deficientes a aceder ao website, encontram-se alguns exemplos como a falta de visão, a falta de motricidade nos membros superiores, etc. Este teste também vai aumentar a possibilidade da compatibilidade entre browsers e promover a usabilidade do website.
Disclaimer
Este texto pode conter erros gramaticais e de informação. Este texto não é oficial em lado algum a não ser na minha prática como webmaster. O uso deste texto por ti é apenas uma guideline. A reprodução é proibida sem consentimento prévio pedido por e-mail em mail@ruicruz.pt
Material necessário:
Internet Explorer
FireFox
Google Chrone
Color Contrast Analyser 2,2 – http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html
Leitor de ecrã JAWS ou equivalente
Ampliador de ecrã MAGic ou equivalente
Conhecimentos médios de informática
Passo 1 – A validação do website
A validação automática de um website é uma forma descritiva e puramente técnica de avaliar, do ponto de vista das regras de acessibilidade mais usadas, se o código HTML de um site é correctamente interpretado. No entanto, esta validação não é certa nem definitiva. O google.pt apresenta erros em vários validadores, no entanto está perfeitamente acessível.
A lista de validadores que eu uso são:
http://validator.w3.org/  - validador do World Wide Web Consortium
http://www.sidar.org/hera/  - validador baseado nas regras WCAG 1.0 que disponibiliza sugestões de código e outras funções além do validador anterior
http://www.acesso.umic.pt/webax/examinator.php  - validador alojado no Programa ACESSO da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P.
Passo 2 – Compatibilidade
A compatibilidade é o primeiro passo para a acessibilidade. Isto porque, se for compatível, é um bom passo para ser acessível. Cada browser é diferente à sua maneira. O K-Maleon e o FireFox usam o mesmo “motor”, mas “combustível” diferente. Significa que usando o mesmo rendering, podem apresentar websites de forma diferente.
O mais importante é testar o Internet Explorer e o FireFox no teu  site, e prestar atenção às possíveis diferenças no website.
Para uma verificação mais exaustiva, existe um URL que tira shots dos websites em mais de 50 browsers diferentes, o http://browsershots.org/
Os erros mais comuns são o tipo de letra e o uso de flash, que alguns browsers não suportam.
Passo 3 – Os básicos da acessibilidade
Existem para mim 5 regras base que ao  olharmos para o site podemos ver se o mesmo é mínimamente acessível, sendo elas.
As imagens terem legenda. Com o IE ou o FireFox, passa o rato por cima da imagem. Se a mesma apresentar legenda ou também conhecido como texto alternativo, este passo está feito. Caso contrário, consulta manuais de HTML para o uso da tag “alt” e “longdesc”.
O website ser limpo. O website não pode ter banners, ou elementos AJAX que coloquem a visibilidade do texto parcialmente ou totalmente oculta, sempre ou por breves períodos de tempo. A informação é tempo, mas demasiada informação pode-te custar dinheiro.
Os links são para onde devem ser. Cada link pode ter uma descrição quando passas o rato por cima. Se não tem, consulta o manual HTML para a tag “title”.
Adeus aos sons. O único som que se deve ouvir, é o do Windows. Sites de música ou com MP3 não devem iniciar automaticamente, bem como sons ao entrar numa página devem ser retirados.
Formulários em ordem. Como os links, os formulários devem estar ordenados. Se tens Nome, Morada, Telefone e Submeter, é inapropriado se ao usares a tecla TAB vás directamente para o Nome e depois Submeter.
Passo 4 – Agora és tu que experimentas
Por esta altura já verificaste se tudo o que disse anteriormente está mais ou menos aplicável. Agora está na hora de seres tu a experimentar. Instala as versões de demonstração do JAWS e o MAGic  que podes encontrar em http://freedomscientific.com/
Com o MAGic. Ir ao menu Magnification, e procurares colocar várias configurações. Em seguida, activa a magnificação. O website é visualizado de forma correcta, se por exemplo, seleccionares um padrão de cor cinzento? Tenta outras opções, e confere. Se algo estiver errado, modifica o CSS (ver mais à frente neste guia) ou a cor do texto.
Com o JAWS: No website, usar o TAB para navegares nos links. A ordem dos links faz sentido? Podes também usar a combinação de teclas INSERT+SETA PARA BAIXO para leres o website.
Passo 5 – A cor
A cor é um dos passos fundamentais para um website. Não só para a acessibilidade, nem para a usabilidade. É mais para o bem comum, chamemos-lhe assim. O programa Color Contrast Analyser pode ser encontrado no link http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html#download
Se preferires, como eu, podes instalar uma extensão no FireFox, aqui está ela: https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/7313
No caso da página gerada no FireFox, se alguma cor aparecer a vermelho, terás que verificar a cor e alterar de acordo com as guidelines de acessibilidade.
Passo 6 – E se tudo resultar…
O teu website está agora preparado para algumas das muitas dificuldades que se encontram na web, dificuldades essas que pessoas que como eu ou possivelmente tu não temos. No entanto, é sempre bom sermos reconhecidos pelo trabalho, quanto muito pelo esforço.
Para isso, afixa no teu site, normalmente no footer, os seguintes selos:
Se o teu wesite passa no http://validator.w3.org/ , usa estes selos: http://www.w3.org/QA/Tools/Icons
Caso contrário, usa o Simbolo da Acessibilidade Web: http://www.acessibilidade.net/web/sawdesc.php
Dúvidas comentários e sugestões são bem vindas nos comentários abaixo deste texto.
Revisão
19/12/2009 – Texto inicial

A acessibilidade de um website, é um processo reconhecido mundialmente por diversas normas, mais ou menos oficiais, que possibilita a navegação dentro do website por pessoas com ou sem deficiência. Das possíveis pessoas deficientes a aceder ao website, encontram-se alguns exemplos como a falta de visão, a falta de motricidade nos membros superiores, etc. Este teste também vai aumentar a possibilidade da compatibilidade entre browsers e promover a usabilidade do website.

Disclaimer

Este texto pode conter erros gramaticais e de informação. Este texto não é oficial em lado algum a não ser na minha prática como webmaster. O uso deste texto por ti é apenas uma guideline. A reprodução é proibida sem consentimento prévio pedido por e-mail em mail@ruicruz.pt

Material necessário:

  • Internet Explorer
  • FireFox
  • Google Chrone
  • Color Contrast Analyser 2,2
  • Leitor de ecrã JAWS ou equivalente
  • Ampliador de ecrã MAGic ou equivalente
  • Conhecimentos médios de informática

Passo 1 – A validação do website

A validação automática de um website é uma forma descritiva e puramente técnica de avaliar, do ponto de vista das regras de acessibilidade mais usadas, se o código HTML de um site é correctamente interpretado. No entanto, esta validação não é certa nem definitiva. O google.pt apresenta erros em vários validadores, no entanto está perfeitamente acessível.

A lista de validadores que eu uso são:

Passo 2 – Compatibilidade

A compatibilidade é o primeiro passo para a acessibilidade. Isto porque, se for compatível, é um bom passo para ser acessível. Cada browser é diferente à sua maneira. O K-Maleon e o FireFox usam o mesmo “motor”, mas “combustível” diferente. Significa que usando o mesmo rendering, podem apresentar websites de forma diferente.
O mais importante é testar o Internet Explorer e o FireFox no teu  site, e prestar atenção às possíveis diferenças no website.
Para uma verificação mais exaustiva, existe um URL que tira shots dos websites em mais de 50 browsers diferentes, o http://browsershots.org
Os erros mais comuns são o tipo de letra e o uso de flash, que alguns browsers não suportam.

Passo 3 – Os básicos da acessibilidade

Existem para mim 5 regras base que ao  olharmos para o site podemos ver se o mesmo é mínimamente acessível, sendo elas.

  • As imagens terem legenda. Com o IE ou o FireFox, passa o rato por cima da imagem. Se a mesma apresentar legenda ou também conhecido como texto alternativo, este passo está feito. Caso contrário, consulta manuais de HTML para o uso da tag “alt” e “longdesc”.
  • O website ser limpo. O website não pode ter banners, ou elementos AJAX que coloquem a visibilidade do texto parcialmente ou totalmente oculta, sempre ou por breves períodos de tempo. A informação é tempo, mas demasiada informação pode-te custar dinheiro.
  • Os links são para onde devem ser. Cada link pode ter uma descrição quando passas o rato por cima. Se não tem, consulta o manual HTML para a tag “title”.
  • Adeus aos sons. O único som que se deve ouvir, é o do Windows. Sites de música ou com MP3 não devem iniciar automaticamente, bem como sons ao entrar numa página devem ser retirados.
  • Formulários e  caixas de texto ordem. Como os links, os formulários devem estar ordenados. Se tens Nome, Morada, Telefone e Submeter, é inapropriado se ao usares a tecla TAB vás directamente para o Nome e depois Submeter.

Passo 4 – Agora és tu que experimentas

Por esta altura já verificaste se tudo o que disse anteriormente está mais ou menos aplicável. Agora está na hora de seres tu a experimentar. Instala as versões de demonstração do JAWS e o MAGic  que podes encontrar no link acima indicado.

  • Com o MAGic. Ir ao menu Magnification, e procurares colocar várias configurações. Em seguida, activa a magnificação. O website é visualizado de forma correcta, se por exemplo, seleccionares um padrão de cor cinzento? Tenta outras opções, e confere. Se algo estiver errado, modifica o CSS (ver mais à frente neste guia) ou a cor do texto.
  • Com o JAWS: No website, usar o TAB para navegares nos links. A ordem dos links faz sentido? Podes também usar a combinação de teclas INSERT+SETA PARA BAIXO para leres o website.

Passo 5 – A cor

A cor é um dos passos fundamentais para um website. Não só para a acessibilidade, nem para a usabilidade. É mais para o bem comum, chamemos-lhe assim. O programa Color Contrast Analyser pode ser encontrado no link http://www.paciellogroup.com/resources/contrast-analyser.html#download.
Se preferires, como eu, podes instalar uma extensão no FireFox, aqui está ela: https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/7313
No caso da página gerada no FireFox ao ser efectuado o teste, se alguma cor aparecer a vermelho, terás que verificar a cor e alterar de acordo com as guidelines de acessibilidade.

Passo 6 – E se tudo resultar…

O teu website está agora preparado para algumas das muitas dificuldades que se encontram na web, dificuldades essas que pessoas que como eu ou possivelmente tu não temos. No entanto, é sempre bom sermos reconhecidos pelo trabalho, quanto muito pelo esforço.
Para isso, afixa no teu site, normalmente no footer, os seguintes selos:

Dúvidas comentários e sugestões são bem vindas nos comentários abaixo deste texto.

Rui

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LerParaVer.com – 10 anos a informar, a ajudar e a sensibilizar.

26, Novembro, 2009 1 comentário

oi a 26 de Novembro de 1999 que nasceu aquele que se viria rapidamente a tornar num portal de referência em língua portuguesa sobre a deficiência da visão, o www.lerparaver.com.

O LerParaVer continuou a crescer neste último ano, foi o ano com mais novos conteúdos, mais de 2000 novas entradas, entre conteúdos e comentários, tendo tido cerca de 1 milhão de visitantes. A comunidade virtual do LerParaVer continuou a crescer, tendo ultrapassado os 2 mil utilizadores activos.

Este sucesso deve-se a todos, aos que nos visitam, e aos que directa ou indirectamente publicam conteúdos. Para vocês os nossos parabéns, pois é graças a vocês que tem sido possível manter este portal vivo à uma década, são poucas as páginas da Internet que se podem orgulhar de tal feito.

Embora tenham já decorrido 10 anos, o que no mundo da Internet é uma eternidade, o LerParaVer continua fiel aos seus objectivos iniciais, que passam por dar o nosso modesto contributo para levar informação útil e actualizada aos deficientes visuais de língua portuguesa bem como
interessados por estas temáticas, sensibilizar para a não discriminação, bem como promover formas para que todos possam trocar impressões e partilhar experiências.

É tempo de comemorar este aniversário, de reviver estes 10 anos de história, mas também é tempo de continuar a olhar para o futuro, e de encontrar formas para fazer com que este Portal cumpra cada vez melhor os seus objectivos, e que continue muitos mais anos a informar, a ajudar e a sensibilizar.
Contamos convosco!

Daniel Serra e António Silva

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