05.18.12 16:08:55

Rui Cruz

A criar uma web melhor desde 2003

Não estamos a falar de uma empresa com um ano de existência. Estamos a falar de uma das mais notáveis empresas de alojamento em Portugal e que comemora neste mês de Junho 5 anos de história. Esta é a entrevista com a PTServidor.

Antes de mais, e para comemorar esta entrevista, quem quiser poderá adquirir qualquer produto na PTServidor (exceto domínios)  com 15% de desconto no primeiro pagamento, utilizando o cupão ruicruz, cupão válido até ao final deste mês de Junho.

 

Entrada da PTServidor

 

Rui: Para quem não conhece ou ainda não sabe bem o que é, como nasceu e cresceu a PTServidor até ao que é hoje?

 

PTServidor: A PTServidor® nasceu em Junho de 2006 visando colmatar lacunas existentes no mercado web.

Tendo iniciado os seus serviços como ENI desde cedo foi construindo uma evolução positiva e sustentada, sempre vocacionada para o cliente.

Sempre em constante inovação, em 2009 a PTServidor® obteve o estatuto de Marca Nacional Registada.

Desde 2010 somos uma entidade registrar oficial da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) facto esse que nos permite oferecer registo de domínios nas hierarquias .PT em condições bastante competitivas e que nos permitiu integrar em cerca de 9 meses o TOP 30 das entidades registrars com cerca de 400 domínios sob nossa gestão.

Actualmente e já com um ano desde a atribuição deste estatuto, este número cifra-se já acima dos 430 domínios.

A Sampling Line, Lda., graças à posição atual no mercado da sua marca PTServidor®, associou-se a parceiros estratégicos como a Microsoft, R1Soft, cPanel, Softaculous, CloudLinux e a Google como política de qualidade de serviços e de vontade de vencer com os melhores.

Ainda no seguimento da nossa parceria com a Google estabelecida no início 2009 oferecemos a todos os nossos clientes um vale Google AdWords de 50€ para que possam receber visitas de forma gratuita, visitas que como todos sabemos são importantes para o arranque de qualquer projeto.

(mais…)

Passei a noite contigo

Posted by Rui Cruz On Janeiro 30, 2011 4 COMMENTS

Passei a noite contigo

Falamos e sorrimos, como se as mágoas não existissem e tivéssemos adormecido a dor. Sei que passei a noite contigo e voltei a morrer de amor. Foi tão real que foi cruel. Fiz amor contigo. Fui infiel. Saboreamo-nos lentamente, tocamo-nos com paixão. O teu cheiro colado em mim. O teu sabor na minha boca. Passei a noite contigo e quase que fiquei louca.
As tuas pernas nas minhas, as tuas mãos no meu corpo, reacenderam aquilo que há muito julgava estar morto. Estávamos unidos, felizes. Éramos um só como sempre! Passei a noite contigo, senti-te no meu ventre!
Acordei a transpirar, até a ti eu cheirava! Se não abrisse os olhos não sabia que sonhava!
Passei a noite contigo… acordar foi um castigo!

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Este post foi feito pela “minha” convidada @1gajasemnick, seguidora de longa data do Twitter que bloga em MinisTremocos&SaltosAltos. Se também tens um tema diferente para apresentar e quiseres escrever para o meu site, contacta-me.

Entrevista com Rui e Marcio, fundadores do tracker ConfidencialPT

Podia ser eu, mas não sou. Hoje entrevisto Rui, mais conhecido na Internet como Dreamsoul e o Márcio conhecido por Redworm. Depois de passarem pelo EvolutionPT, formaram recentemente um novo tracker denominado de ConfidencialPT.  Com os downloads ilegals na mira da ACAPOR, resolvi entrevista-los. Rui e Márcio, como começaram no BitTorrent e que projectos têm feito até agora?

Rui: Antes de mais ,quero agradecer-te o convite e dar-te os parabéns pelo o excelente site que tens desenvolvido.
Em relação ao meu inicio nestas lides , deveu-se a conjunção dos factores de comunidade e partilha,
pois antes andei pelos hubs de partilha e onde se via muita ingratidão e muita falsidade, e algo que me atraiu nos trackers foi o espírito de partilha e de união da comunidade ser algo muito valorizado.

Márcio: Antes de mais obrigado pelo convite. Eu iniciei-me nestas andanças com a partilha de files pelo IRC, passado algum tempo conheci uma pessoa de nick w0lfer e lembramo-nos de criar um tracker, que passou por muitas gerências/nomes e hoje é o conhecido EvoPT.

Anunciaram a vossa saída do EvolutionPT porque motivo?

Rui: O Evo foi a minha casa durante muitos anos onde conheci e firmei muitas amizades lá, incluindo tu, no entanto senti necessidade de ter algo onde pudesse explanar e por em pratica as minha ideias, e apesar de apreciar muito todos os meus ex colegas da staff do Evo e ter imenso respeito pelos mesmos, existe alturas na vida em que é necessário dar o próximo passo.

Márcio: No meu caso não foi uma saída mas sim mais uma expulsão, fiz muitas amizades, passei por muitas gerências até que esta ultima deixou de confiar em mim penso eu, visto que eu tratava de muita coisa, e eles deixaram de me fornecer os dados para a manutenção do site, eu farto de ver o site down e sem poder fazer nada deixei de dar suporte ao site até que fui expulso.

Neste momento vocês têm um novo tracker, o ConfidencialPT. Como surgiu este novo site nacional de torrents?

Rui: Surge após muitas horas de conversação com o Marcio (Redworm), onde começamos a denotar sintonia na forma de pensar, e encontramos varias ideias novas que poderiam ser implementadas de forma a uma comunidade de partilha ser mais coesa, onde antes de tudo o resto a união terá que vir primeiro e o espírito de comunidade seja patente.

Redworm: Eu fui convidado para este projecto através do Rui (Dreamsoul), após varias conversas que tivemos e vendo desleixo dos admins de outro tracker perante os utilizadores, decidimos dar a esses mesmos utilizadores um novo tracker onde o staff vai estar sempre que possível disponível a ajudar e resolver os problemas.

Acham que este tipo de site tem futuro? Como vêm as recentes actividades da ACAPOR em fechar sites como o Ne-Miguelito e o Down7?

Rui: Sinceramente acho de uma tamanha hipocrisia, aproveitando-se dos Portugueses mais incautos e tentando atirar areia para os olhos, tentam assustar os menos informados dizendo que vão processar X pessoas por fazerem downloads de conteúdo protegido por direitos de autor, quando existe uma directiva 2004/48/CE do parlamento europeu relativa ao respeito dos direitos de propriedade intelectual, onde explica bem a diferença entre usufruto próprio ou com proveitos comerciais, se um individuo fez o download de algo para desfrutar na sua casa e sem qualquer intenção de venda , está escrito que não deverá ser criminalizado por tal.
Em relação aos trackers não tem nada de ilegal, os mesmos só fornecem o file .torrent que é um file de texto que informa o nome e onde se encontram os outros utilizadores que partilham esse mesmo conteúdo. A responsabilidade de transferir determinado conteúdo é sempre dos utilizadores, tanto podem decidir transferir algo ilícito ou não é uma faca de dois gumes.

Márcio: Acho que este site em distinção de outros tem futuro, pois o grande investimento da minha parte neste projecto leva-me a assumir tal opinião.
Em relação às ultimas noticias da ACAPOR, tenho a participar que não disponibilizamos, nem incentivamos à pirataria, pois isso é algo que vemos com algum descontentamento.
Quanto ao nosso projecto este não tem como objectivo fornecer material, mas sim reunir pequenas partes existentes no protocolo bittorrent.

A vossa concorrência, ou seja, os outros trackers podem muito bem vir perguntar o que é que vocês têm a mais que os outros já existentes têm. Como respondem a essa pergunta?

Rui: Um dos factores que tenho constado é que cada vez mais os trackers tão a perder alguma da identidade que os caracterizava como comunidade unida, um dos valores que desejamos incutir é ajuda ao próximo, não ir ao tracker só para fazer download disto ou daquilo, mas sim conviver. Todos os outros pormenores são secundários, a menos não iremos ter nada, iremos sim ter alguns pormenores que outros não tem.

Márcio: Na minha opinião acho que não temos nada a mais nem a menos que eles, mas prometemos ser competentes e competitivos tudo isto para o bem da nossa comunidade.

Receiam ataques por parte da ACAPOR, concorrência, ou mesmo por pessoas individuais que podem não ver com bons olhos o nascimento de um outro tracker?

Rui: Os ataques da ACAPOR são como referi anteriormente algo de uma hipocrisia tamanha, mas caso se verifique iremos constituir um departamento jurídico para lidar com os aspectos legais da situação. Em relação a todos os outros não vejo razão para o fazerem , existe espaço para todos coexistirmos, o mal e bem o que desejo a essas pessoas desejo que venham em dobro para nós.

Márcio: Não receamos quaisquer ataques, e iremos fazer de tudo para que o nosso site esteja sempre online.

E por fim, que mensagem têm a deixar aos users que se queiram registar? Vai existir racio? Os registos vão ficar abertos ou vão passar a ser por convite?

Rui: A única mensagem que quero deixar patente que iremos receber todos com enorme prazer, e que irão ser tratados com toda atenção possível, temos uma staff experiente e conhecida destas andanças, que prima pela isenção e imparcialidade. Contamos com ajuda de todos para fazermos mais e melhor e evoluirmos ao longo dos tempos. Queremos que o ConfidencialPT seja mais que um tracker, que seja a sua segunda casa.
Márcio: iremos ter rácio claro, mas também teremos muitas maneiras de os users não sofrerem muito com isso, por cada registo o user recebe 5gb de upload o que já lhe da uma boa margem de manobra, e também temos um sistema de pontos que poderão trocar por gb de upload, iremos ter também velocidades de download atractivas. Em relação aos registos por agora ficaram abertos a todos e mais tarde talvez só por convite.

Obrigado pela vossa disponibilidade, e sucesso para o vosso site!
Rui (o Rui Cruz, claro!)

Entrevista com Virgínia Coutinho, organizadora do Upload Lisboa

Realizou-se nos dias 11 e 15 de Dezembro o UploadLisboa, Nesta segunda edição deste evento dedicado à Web 2.0 – e aos números cima – existiu também uma edição Pro. Hoje faço umas perguntas à Virgínia Coutinho.

Rui: Virgínia, obrigada por aceitares esta entrevista. Em primeiro lugar e é sem dúvida uma coisa que me cativou bastante ao ler: no primeiro Upload Lisboa os membros organizadores não se conheciam pessoalmente. Nunca te passou pela cabeça que algo fosse correr mal? Algo do género, “afinal este não é de confiança, vou-me embora antes que sobre para mim”? :)

Virgínia: Antes de mais, agradeço o convite e, acima de tudo, a tua presença nesta segunda edição do Upload Lisboa. Quanto à tua pergunta…Consegues saber, cada vez mais, quem e como são as pessoas, através do que fazem na Internet. Estamos a falar de pessoas com quem interagia frequentemente, que via como o faziam com outras pessoas e que espelhavam as suas opiniões sobre diversos assuntos, nos mais diversos meios… não eram propriamente desconhecidos. Na verdade foram pessoas que corresponderam às expectativas. Acrescento que online é hoje uma excelente ferramenta para recrutamento, pois consegue saber-se quem realmente são as pessoas, e não o que afirmam ser.

Rui: Qual foi a edição que deu mais trabalho, e porquê?

Virgínia: A primeira edição foi difícil por tudo o que está inerente ao começo de algo, partir do nada e construir, neste caso, um evento/uma marca. Éramos apenas 4 pessoas com interesse pela área que quiseram criar um espaço de debate sobre o tema, e acredita que é difícil dar credibilidade a um evento desta forma. O facto do 1º Upload Lisboa ter corrido bastante bem afastou o cepticismo e, ao nível de notoriedade e de construção de marca, facilitou o nosso trabalho. No entanto, esta segunda edição teve dois eventos, sendo que o Upload Lisboa Pro foi um evento de grande envergadura, que se revelou muito trabalhoso… Tivemos trabalho redobrado e o contacto e negociações com oradores internacionais é sempre mais moroso e difícil do que com oradores nacionais.

Rui: Vai haver uma terceira edição do UploadLisboa? Existem já preparativos?

Virgínia: Haverá uma terceira edição, sem dúvida, e as expectativas e ambições são sempre maiores. Estávamos a organizar a segunda edição e já a pensar numa terceira. No momento, ainda estamos na fase de regularizar tudo, na fase de pós-evento. Só tendo tudo devidamente organizado da segunda edição é que nos focaremos exclusivamente na terceira.

Rui: Quiseste ter alguém nas duas primeiras edições que desejarias ver numa terceira, ou todas as pessoas que achaste que podiam contribuir estiveram lá?

Virgínia: Em relação a oradores? Estamos ainda numa fase “embrionária” em Portugal, de tal forma que é difícil identificar as pessoas que têm algo para o contar e da forma mais própria possível. No entanto, todos os anos se vão “revelando” novas pessoas e podemos assim ter um leque diversificado de oradores. Não houve ninguém, que me recorde, que gostasse imenso de ter no Upload Lisboa, e que não conseguisse…houve sim pessoas que foram convidadas, que por uma razão ou por outra não tiveram oportunidade de ir, mas que são pessoas que abordaremos para o 3º Upload Lisboa. A nível internacional havia também nomes que gostaríamos de ter trazido, mas o nosso maior desafio era trazer o Brian Solis e, ao fim de meses de negociações, foi possível.

Rui: O que é que podia ter corrido melhor neste último ano?

Virgínia: Tudo o que fazemos pode sempre ser melhor, e os eventos não são excepções. Todas as edições procuramos identificar alguns pontos menos positivos, quer pelo feedback que vemos na Web/nos é dado directamente, quer pelas sugestões/respostas do questionário de satisfação, para os tentarmos resolver e criar edições cada vez melhores.

Rui: Se tivesses, no uso da tua opinião pessoal, que escolher o melhor orador deste ano, qual escolherias e porquê?

Virgínia: Todos os oradores deram um importante contributo para o sucesso do Upload Lisboa. Houve muitos oradores que me surpreenderam positivamente, não só pelas palestras que deram, como pelas pessoas simpatiquíssimas que mostraram ser. Não consigo escolher um…

Rui: Esta pergunta pareceu-me pertinente, uma vez que meio mundo geek anda contra este jornalista… mas, o que é que se passa entre o Upload Lisboa e o Paulo Querido?

Virgínia: O Upload Lisboa não tem absolutamente nada contra o Paulo Querido, muito pelo contrário! O Paulo foi um dos oradores na primeira edição do evento e tem ajudado o Upload Lisboa no que está ao seu alcance. É pertinente realçar que não conseguimos “controlar” o que é dito no evento, mas o Paulo Querido e o Upload Lisboa têm muito boas relações, as que esperamos que se mantenham e que se traduzam na presença do Paulo em próximas edições.

Rui: Continuando também na temática do mediatismo, foi criado um grupo do Facebook chamado Menina do Microfone. A verdadeira Menina do Microfone comentou contigo o que achava da ideia? Ou a organização tem algum comentário a fazer?

Virgínia: (risos) Acho que a menina do Microfone ficou simplesmente envergonhada… não estava a contar ser uma celebridade Web!

Rui: Por último, no Upload Lisboa não vi muita gente de gravata. Achas que os gestores tradicionais e engravatados que costumávamos ver ainda estão cépticos a este tipo de eventos?

Virgínia: O tema já tem a sua parte de informal e o Upload Lisboa, embora queira ser um evento “levado a sério”, o que penso que tem acontecido, é também um evento um pouco informal. Afinal quantos Web strategists, community managers, ou mesmo Web developers já viste de gravata?

Obrigado pela entrevista. Ficamos à espera do Upload Lisboa 3ª edição!

Rui

O medo da segmentação

Posted by Rui Cruz On Novembro 16, 2010 2 COMMENTS

O medo da segmentação

Este artigo foi escrito por Joao Paulo, parece que além de ser designer, também é escritor e bem falado em marketing

Para aqueles que já trabalham por conta própria, sejam ou não freelancers, vocês acabam por cair na tentação de querer vender ou fornecer todo o tipo de serviços e querer fazer tudo e mais alguma coisa?

É fácil cair nessa malha, foi isso que eu também quis fazer quando comecei, oferecer-me a mim como a solução para mil e um problemas, porque eu queria fazer tudo, desde design gráfico, logotipo, identidade, web design, ilustração, revisão gramatical e ortografia, tudo aquilo com que eu conseguisse ganhar alguns trocos.

Eu pensava que esta abordagem me ia trazer mais clientes. Realmente, eu andei bem ocupado a pensar em todo o tipo de coisas que podia fazer, e a tentar encontrar certo tipo de clientes para esses serviços. Mas estar ocupado com isto é muito diferente de ser bem sucedido. Como eu queria fazer muita coisa, acabava por não conseguir ser bom em nada, e medíocre em tudo, e assim não era capaz de convencer ninguém que eu era um expert, e portanto, ninguém me estava disposto a pagar aquilo que eu valia.

Só que ainda assim, como é parte do ser humano ser um bocado resistente à mudança, eu estava com medo de abandonar esta vertente, e de continuar a querer fazer tudo. Isto é completamente irracional, pois é, e se alguma coisa não funciona, temos que a mudar até funcionar. As perguntas que eu fazia a mim próprio eram, e se apenas uma ou duas especialidades (em vez de várias) não funcionarem? E se eu não conseguir ser um dos melhores nessa área? E se eu ficasse aborrecido ao fazer só um ou dois serviços (por exemplo design do logotipo)? Estas perguntas andavam-me a martirizar a cabeça e eu estava hesitante em fazer seja o que for.

Lá acabei por decidir reduzir o tipo de serviços que eu fazia para um ou dois serviços principais. Comecei só a falar do logotipo, ou de identidade/marketing no geral para com as pessoas com quem eu lidava. Ora, o que é que isto faz? Isto faz com que os clientes nos vejam a nós, pelo menos mais fácilmente, como pessoas entendidas no nosso segmento do mercado, e como alguém que se dedica exclusivamente áquilo que eles querem, em vez de tentar fazer malabarismo de serviços com a esperança que alguém caia na rede.

Ao reduzir o tipo de serviços que fazemos, temos a oportunidade de nos concentrarmos neles, o que, com o tempo, prática e experiência, faz com que ganhemos aptidão suficiente para sermos bons naquilo que fazemos. Há um post interessante que eu escrevi sobre este mesmo assunto, dêem uma olhada (e depois voltem para continuar a ler este post): a prática faz a perfeição.

E lá por reduzirmos os nossos serviços, não quer dizer que nunca mais façamos o outro tipo de trabalho que fazíamos dantes, posso só concentrar-me no logotipo, mas por exemplo, ainda faço outro tipo de trabalhos, porque tendo um cliente que quer um logo, é mais fácil vender-lhe outros serviços, como por exemplo, um site, catálogos para campanhas sazonais, e por aí.

Concluindo, em vez de tentar fazer tudo, e não ser bom a nada, se isso de momento não estiver a funcionar para vocês, experimentem segmentar-se numa área ou duas apenas, porque isto pode-vos ajudar a fazer passar aquela imagem de especialista para os clientes, e assim consegue-se dedicar mais tempo para resolver certos problemas específicos a esse segmento enquanto nos tornamos melhores naquilo que fazemos.

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