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Por vezes passa-me pela cabeça que… [parte 2]

Boa tarde.

Uma vez que a primeira parte teve muito sucesso, vou passar à segunda…

Verdade nº 1:
Penso seriamente que a maior parte das pessoas que comentam este blog são pobres de espírito.
Prova nº 1:
Recebi comentários e e-mails a dizer que eu estava mal da vida, bla bla bla. Errado. Totalmente errado. Estava era num momento mau. O problema dos blogs e fblogs é que não se destnam ao “dia”, mas sim ao “momento”. E todos temos momentos em baixo. Mas vi alguns apoios de pessoas que nem conheço pessoalmente, o que agradeço.

Veradde nº 2:
Consigo abstrair-me mentalmente dos problemas quando eles aparecem.
Prova nº 2:
Cada vez que fico com menos dinheiro ou vejo as coisas que previa a não correrem como eu penso, fico a pensar sempre noutra coisa. E, penso que a TOTALIDADE das pessoas que comentam aqui, nunca me viram chorar. Eu raramente choro, porque tenho algo a que chamo “sorte mental” para me conseguir abstrair dos problemas que tenho e pensar neles com calma passado algumas horas ou dias.

Verdade nº 3:
Detesto injustiças.
Prova nº 3:
Desde que me conheço que luto mais pelos outros do que por mim. Para mim basta o essensial. Para os outros, acho que merecem sempre mais e melhor. É por isso que me meto em grandes discuções em prol dos outros. Conheces alguma injustiça ou discriminação? Então manda um e-mail para ruicruz at forunsbb dot com que eu posso meter-me ao barulho se estiver à vontade no assunto em questão.

Até um dia. E lembrem-se sempre que eu não apago comentários a não ser que seja spam. Isto porque o 25 de Abril já passou… e por muitas coisas mais.

Rui

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  1. LW
    4, Setembro, 2006 a 19:59 | #1

    espero eu nao estar incluido nesses pobres de espirito.
    digo-te também que do meu ponto de vista é mau abstraires-te dos problemas, a meu ver o melhor mesmo é perceber porque correu mal e qual a solucao que se pode adoptar.
    parece-me que das prioridade ao bem estar dos outros, eu nao acho isso bom, mas isso é a minha opiniao, posso estar errado, ou posso simplesmente ser mais egoista.

  2. 4, Setembro, 2006 a 23:01 | #2

    Verdade nº 1: espero que não te estejas a referir a mim!

  3. …cascata
    9, Setembro, 2006 a 02:54 | #3

    Grata por me proporcionar belas gargalhadas
    Desde a sua introdução [parte 2] até às suas verdades por si enumeradas.

    A contradição entre o que pretende transmitir e o que de facto transmite sem ter noção que o faz, é hilariante; quem sabe se a pobreza de espírito da maioria dos comentários não corresponde à sua imagem mental!? Se atirar uma bola amarela contra a parede, pode crer que ela não muda de cor; ou será que é tão difícil entender?

    Uma última palavra, o que o Rui fez, o apanhado dos links e a sugestão da frame para a página do “lerparaver” é positivo, mas diluiu-se no seu exibicionismo exacerbado.
    Que discussão? Fugiu dela! Explodiu como uma criança mimada! Impôs como condição que lhe solicitassem em privado a colectânea de links; esquecendo-se que se tinha comprometido com o Francisco e este por sua vez comprometeu-se a facultar ao Maq para a continuidade do trabalho.
    O Rui só apresentou o seu trabalho na lista depois do Maq responder agradecendo ao Francisco o envio dos links, dando conhecimento à lista.
    Ironicamente dei-lhe os parabéns pela sua atitude.
    Era seu dever portar-se como gente. Mais vale tarde do que nunca.
    Infelizmente andou a reboque dos outros, porque se o Francisco não fosse fiel aos seus (dele) PRINCIPIOS, o Rui nunca teria divulgado na lista o grupo de links.
    E caso ainda não tenha percebido, foi você que se ofereceu para fazer esse serviço e não foi feito pelo Francisco não por não saber como ir ao código fonte, mas por respeito ao seu oferecimento. Ele considerou e muito bem que não se passa por cima de ninguém.

    O grande problema foi e é o individualismo, a falta de respeito pelo semelhante.
    Todos querem falar, mas poucos querem ouvir.
    E os que querem ouvir são desprezados por serem diferentes.

    A vida é maravilhosa, quando não se tem medo dela!

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