Um caso de mau SEO? – PaulaSimoes.org
Paula Simões é pessoa de coimbra que trabalhou para o Público durante algum tempo.
No seu site PaulaSimoes.org vemos um erro que é comum a muitas pessoas: misturar idiomas.
No código HTML vemos:
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en" lang="en">
Isto devia indicar-nos que a página estáva em inglês
Mas para a página estar em inglês, ela não devia ser Simões. O Ingles salvo erro não tem acentos desse tipo.
E uma outra opinião contra? Gostava de saber se outra pessoa acha que optimizaão de sites em inglês pode conter um nome com acentos e ser (ou não) algo que prejudique o site.
Outro erro muito comum é o link Valid XHTML no fim, que na verdade, não é válido.
Isso é um contra-argumento para os leitores, “então esta tipa diz que o site é válido mas não é?”.
Eu recomendava-lhe e a quem ler isto usar antes o Hera para ver a acessibilidade de um site. Dá muito mais informações que o W3C, e está em Português. E depois sim, aplicar os selos “oficiais”.
Curiosamente o W3C dá 9 erros, o Hera 3 (na página inicial). Mas a página está acessível com leitores de ecrã, que eu testei. O problema por vezes são as máquinas. Isto deve-se à forma como as máquinas “entendem” as coisas. Já vo Hera ser mais “coisinho” com sites, e já vi o W3c como é este caso. Mas, a página está acessível do ponto de vista do uso de software ou hardware para necessidades especiais, por isso… estão as duas máquinas erradas!
Resumindo: usar o Hera para ver o site, não aplicar palavras portuguesas, sejam elas quais forem, a sites preparados para Inglês, incluindo nomes (na minha opinião).
Desculpa Paula (nem te conheço…) mas usei o teu site para dar um exemplo de diferencias na acessibilidade por dois métodos de validação. Espero que não leves a mal.
Boas optimizações!
Rui
[tags]acessibilidade[/tags]

Esse primeiro argumento não é válido… o atributo xml:lang e lang aplicados ao elemento root (html) dizem respeito ao idioma do conteúdo da página, e de facto, a página está escrita em inglês.
http://www.w3.org/TR/xhtml1/#C_7
Apenas algumas palavras se encontram em português por uma questão de não traduzir nomes próprios. Essas, sim, deviam ser enfiadas num elemento qualquer (span?) com atributo xml:lang e lang iguais a pt.
Estás a confundir definições de idioma dum elemento com o charset. E mesmo assim, ela pode publicar o documento em UTF-8 e fazer escape à entity do nome e assim continuaria válido.
Quanto ao resto… o facto do site validar ou não, isso não diz absolutamente nada do seu nível de acessibilidade.
Aconselho-te a leres isto:
http://www.mikeindustries.com/blog/archive/2004/06/march-to-your-own-standard
Especialmente o ponto “don’t join the validation army”.
typo:
“Já vo Hera” devera ser:
“Já vi o Hera”
Flores! Nem me conheces e já estás a alterar as prioridades dos meus to-do’s!
A verdade é que a página ainda está muito incompleta e (já) desactualizada também. Falta de tempo e net em casa.
Já reparei que não é de bom tom deixar lá os botões, se há erros, mas a verdade é que pensei “ora, ninguém vai vir aqui e até ter gente a ver a página tenho tempo de corrigir e actualizar” e os botões dão link directo para eu ver que erros tenho.
Já vi que estava enganada. Obrigadinha, sim?
O nome dá-me sempre problemas, seja na página, seja em forms na web, seja no email… já pensei em abandonar o til (espero que não haja nenhuma sociedade de protecção do til como há para o apóstrofe)
Não sou informática e o que vou aprendendo é aqui e ali. Com tempo hei-de corrigir e actualizar a página…
Paula n abandones…
ate podes registar um dominio com o til e td (claro q dps sao poucos os browsers q o vao abrir).
q te parece paulasimões.name.pt ?!
Parece-me que estás a confundir alguns conceitos…
O título do teu artigo fala de “Um caso de mau SEO”, mas depois não falas sobre SEO no artigo, apenas de acessibilidade. Repara que nem sempre as técnicas de SEO se adequam à acessibilidade, e se, por um lado, as pessoas devem ter em atenção a acessibilidade do seu site, por outro não existem “casos de mau SEO”: as pessoas podem simplesmente não se dedicarem a essa prática. Se uma empresa deve tentar maximizar o seu investimento numa presença web através de vários mecanismos, incluindo técnicas de SEO, quando se trata de um site pessoal, não vejo porque se terá de depreender que a pessoa está interessada em ter o seu site bem cotado nos motores de pesquisa.
O site da Paula indica que o conteúdo está em Inglês, e ele está, pelo que não há erro algum aí. A acentuação na palavra “Simões” está sempre bem feita, através do “otilde”, tal como deve ser. Mas nem que fosse a recurso do unicode, um nome próprio não é traduzido ou traduzível, pelo que Simões será sempre a forma correcta e obrigatória, e nunca “Simoes”, que não corresponde ao nome dela. Por outras palavras, falas em “mistura de idiomas” onde não a há, visto que um nome próprio não tem “idioma”.
Paula, e certamente estamos cá para ajudar.
Aqui, no mais-trafego.info, no forunsbb.com, e em muitos mais fóruns de webmasters.
Usei o teu site como exemplo de um seo com nome que leve til e também como dar resultados diferentes em páginas simples por dois correctores de directrizes web.
Rui
Sim, realmente o post não está muito bem estruturado.
Mas as ideias originais são:
- confrontar a minha opinião com o facto de palavras com acentos ser mau para o SEO em inglês (o site está em inglês)
- informar que por vezes vários sistemas de testes podem não dar resultados iguais embora sejam todos para o mesmo fim, devemos testar à mão (com programas leitores de ecrã como o JAWS, Window-Eyes, Hal, etc.).
André, vou ler. Tks.
Rui
@André, a parte dos comentários é a mais interessante… A importância da validação de conteúdo xhtml está lá muito bem explicada.
Um site válido diz, e muito, sobre a sua acessibilidade, (já agora fica a referência do W3C) quanto mais não seja porque nos diz que cumpre uma (importante) guideline do WCAG.
Vitor, com certeza que importa. Mas posso-te dar vários exemplos de sites com alto nível de acessibilidade que não estão válidos e também imensos que estão 100% válidos e estão completamente inacessíveis.
Quando se quer julgar a acessibilidade dum site, a validação da markup serve mais para o autor/publisher do que para os visitantes. Claro que importa, mas só por si não quer dizer absolutamente nada.
Paula, não deixes de usar o til. Eu também tenho o acento no E e nunca o vou deixar.
E quanto aos links de “xhtml valido”. Servem mais para os autores se irem certificando… E como é que o Rui Cruz fala disso se até ele tem esse mesmo link e o validador da w3c nem consegue validar?? Telhados de vidro?
Enfim, tal como o Mind Booster diz ali… acessibilidade e SEO são coisas bem diferentes. Não são conceitos opostos, mas há vários sites com um grande pagerank que na prática são tão inacessíveis como um site em flash. (hehe) É incrível a confusão que anda por aí…
E por acaso foste tentar no google colocar “Paula Simões” com e sem acento? Eu fui e os resultados diferem de forma pouco notória. O que indica que os os Search Engines são bem mais espertos que muitos webmasters.
Rui,
Parece-me estranho uma pessoa com a tua experiência de web e tecnologias de acessibilidade (nota que não é uma ou a outra, são as duas) se apoie na validação para testar a acessibilidade dum site com leitores de ecrã, e quando os resultados não batem certo coloque as “culpas” no validator. Repara, como já aqui foi dito um site ser válido não implica ser acessível (ok, na maioria dos casos ajuda) nem não ser válido não implica que não seja usável e/ou acessível. Para além da validação e cuidados com a acessibilidade (que são de todo importantes) ainda tens de considerar o próprio leitor de ecrã, que não é nunca perfeito (bem longe disso!), a acessibilidade que o browser fornece ao leitor de ecrã, a facilidade que o utilizador tem em trabalhar com o leitor de ecrã no browser etc, etc, etc… E e estas últimas três condicionantes não têm nada que ver com o webmaster. E já agora a acessibilidade não se resume a leitores de ecrã, ainda tens ampliadores e outras ferramentas que nem me passam pela cabeça se quer. Quanto a mim (e esta é uma opinião muito pessoal) a melhor ferramenta para testares acessibilidade é o velhinho lynx, pelo menos em tudo o que não meta javascript ao barulho (que, digamos, já não começa a ser tanto como isso).
Como deves saber uso leitores de ecrã à uma data de tempo (a primeira vez que usei o hal para msdos mal sabia escrever) e sei qualquer coisita da web, e o que a minha experiência me diz é que nada, mas digo mesmo nada (seja programador, standard de html ou outro, leitor de ecrã, browser, etc…) pode ser culpado ou desculpado pela falta de acessibilidade… Porque por um lado acessibilidade completa é impossivel (como a perfeição) e por outro todos têm que fazer um esforço para melhorar, o que nem sempre acontece e muitas vezes quem respeita standards e tenta fazer algo acessível e progedicado mesmo com a melhor das intenções por culpa de outro elemento da cadeia.
Pronto e aqui está a minha humilde opinião sobre um post que não resisti a comentar.
P.S. Se reparares com o jaws, os labels dos campos da tua caixa de insersão de comments são lidos depois do campo quando navegando sequencialmente o que não é muito intuitivo…no entanto o tipo sabe que são labels associados aos controlos porque os an~uncia que se escreve neles…..:)