A decisão de terminar os videocasts
Bom, depois da bomba que “dropei” há alguns minutos, sinto-me no dever de responder, de forma séria, ao porquê de ter terminado os meus videocasts.
Primeiro quero deixa bem claro, que eu diverti-me a faze-los. Figuras parvas, insultos, etc. Tudo o que um Herman José com menos vinte anos ou um Fernando Rocha fora de uma televisão ditadora poderiam sonhar. Mas isto é a Internet, é muito mais perigroso e muito mais tensa.
Gostei particularmente de apanhar alguns ex-amigos a insultarem-me. Até porque insulto foi a parte mais divertida dos vídeos, cada um a tentar insultar melhor o outro. Eram para ser apenas 5 para teste, e depois se via. Andei mais de um mês a fazer rir metade, e a invejar outra metade. Os que gozaram, nunca tiveram nem vão ter a honrra de colocar nada deles na net, porque têm vergonha deles próprios.
Eu, não sendo o que apresentei na esmagadora maioria das vezes que fiz os videocasts, não tive vergonha de me expor. Alias, é algo a que estou habituado devido ao meu “mediatismo” já desde 2002 (obrigado chupa-mos.com).
Depois de um mês de testes, decidi então não continuar com os videocasts. Isto deve-se fundamentalmente a três motivos:
- A meu ver portugal não está preparado para os “vídeos animados”. Vão ao youtube e vejam o que os Estados Unidos oferecem ao nível de home videos. E nós? Praticamente nada.
- Os insultos vêm de pessoas sem dignidade, muitos sem me conhecerem. Até os animais são tratados melhor. Mas nunca moredei UM comentário que fosse.
- É saudavel rir. Mas não é saudável atirar pedras quando os próprios telhados das pessoas são de vidro.
Queria também agradecer ao Marco do Bitaites (agora estou zangado com ele), e ao Paulo Querido, mas peço que entendam que estava a ver onde “atacar” e levar o maior “poder” para casa. Depois foram as chamadas telefónicas, peço desculpas aos “colegas” da TMN.
Por fim, agradeço aos novos leitores do videocast que fiquem, porque a qualidade vai continuar, não acabou.
Rui
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