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A personificação da Web

Ao criar os meus websites sempre separar o “eu” do “nós”. Acho que se criarmos um site cujo propósito é ser nosso, devemos ser “eu”.  Se quisermos criar um website para servir, um website onde a palavra, domínio, conteúdo, etc, não esteja ligado a nós como pessoas, devemos usar o “nós”.

Por exemplo, o site do Paulo Querido, é um site dele como pessoa. Já esteve mais activo (e voltou a estar agora), e quando expressava opiniões dele, eram as dele, e não as da rede TubarãoEsquilo onde o blog está agregado. Isto é um exemplo apenas.

Por outro lado, o Web Milionário fala no blog como “eu pessoa”, mas não dispõe de informações suficientes para localizarmos quem é a pessoa. Tem uma página acerca “dele”, mas fala na terceira pessoa. Penso que aqui existe confronto entre o “eu” e o “nós” que devia ser definido.

Sem querer dar créditos a um ou ofender o outro, penso que a personificação da Web é um termo que deve ser tido em conta ao criarmos um website.

Se, pelos motivos errados, algumas pessoas soubessem que tenho um determinado site, poderia ser mau para esse site. Mantendo o anonimato da pessoa, preservo a imagem do site como positiva.

Já no meu blog ruicruz.pt, sendo meu, as pessoas vêm ao blog directamente e já sabem o que encontram.

Quero com isto tudo dizer: be yourself!

Teres um site TEU é diferente de teres uma “marca” ou “domínio” onde falas sobre ti, pode ser algo que não abona a teu favor, nem favorece a transparência. E transparência é o que falta mais na Web.

Rui

Last modified: 25/12/2010

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