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Como corrigir o maior erro que os webmasters enfrentam quando usam vídeos do YouTube

Pessoal do Google, hhheeelllooo???

Para os mais distraídos, estamos em 2018. Sites responsivos não são apenas histórias da carochinha, são “must have” na web. Por isso, algum dos engenheiros do Google me explica como raio ainda sugerem a quem faz embed dos vídeos do YouTube medidas por pixeis e não por percentagens?

Estou absolutamente farto de ver vídeos com largura 560 e largura 315 ou outras medidas. Eu quero as coisas por percentagens. E porquê?  Porque a web já é assim há uns anos. 

 

Para quem não sabe do que estou a falar…

Se tens um site, provavelmente já te deste ao trabalho de fazer embed de um vídeo de YouTube. Ou seja, pegas num vídeo e queres colocar esse vídeo no teu site. Até aqui tudo bem. O problema é que o vídeo não é responsivo. Isto é, não se adapta automaticamente ao ecrã que estás a usar.

Hoje em dia continuarem a disponibilizar um código embed não responsivo é até contra as próprias guidelines do Google Webmasters Tools que diz que os sites devem ser responsivos ou deixam de “interessar” às pesquisas do Google.

 

A minha solução

Quando quero mesmo usar vídeos do YouTube, algo que evito, recorro ao site Embed Rresponsively, um site onde podes criar código para vídeos responsivos do YouTube e também de outros sites.

Dica extra: se queres controlar mais parâmetros do vídeo, e um design mais moderno, o SproutVideo é um site (pago) onde podes alojar os teus vídeos e tens completo controlo das cores, secções disponíveis, estatísticas avançadas, cal to action e muito mais.

Eis um exemplo:

 

Podes ver este vídeo responsivo, que já agora te recomendo mesmo a ver: é “apenas” a minha última talk sobre segurança informática que dei no final do ano passado. Eu acho que é interessante, mas sou meio culpado.

Quanto a vocês, pessoal do YouTube,  já está na altura de atualizarem o vosso embed code e de deixarem de usar iframes, não está ?

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Last modified: 27/06/2018

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