No dia da mulher entrou-me uma mulher pela casa a dentro. Mas era da PJ, infelizmente.

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8 de Março de 2012, 7:30 da manhã. Foi desde esta altura que os meus problemas na justiça começaram. Até hoje, o meu cadastro está limpo. Mas não impediu a PJ de o tentar manchar.

Esta mulher vinha acompanhada de vários inspectores, incluindo o já habitual Inspector-Chefe Rogério Bravo, que acha que sou um “criminoso desde tenra idade” quando tenho o meu cadastro limpo, e que anuncia operações policiais no Facebook com “códigos” antes de elas começarem, e que… (podia estar aqui a dar vários exemplos, mas basta dizer que é tudo boa gente, claramente).

Na altura falei do assunto no meu blog.

Bom, fizeram buscas, levaram 5 PCs, dois telemóveis, um disco externo e uma quantidade de coisas. Na altura tive que voltar a comprar tudo. Foi uma conta financeira avultada para recuperar tudo.

 

Mas no fim…

Como tudo o que me acontece vindo daquela secção da PJ é uma perseguição, viu-se que passados 3 anos (pouco tempo, portanto!!!) o processo foi arquivado. O processo foi por alegada violação de correspondência, que, não existiu efectivamente. Gostava de vos citar um pouco do despacho de arquivamento:

Ou seja, o que este despacho diz é que não estamos perante um crime porque a mensagem podia ter sido reencaminhada. Mas, obviamente, estamos perante uma coisa que podiam saber sem existir a busca. O que, na realidade, me evitava prejuízos.

Chegou até a existir uma notícia sobre o arquivamento do processo onde eu disse que ia pedir uma indemnização. O processo de indemnização continua em tribunal, à espera da sua já habitual não celeridade…

 

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